segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013


SAPOLANDIA

Na cidade de SAPOLANDIA existe uma LAGOA de nome SAPONALHA. Nessa fervilhava de SAPOS de todos os tipos e tamanhos, não poderia deixar de falar do SAPO mulherengo. Seu apelido no bairro é SAPOLOGO Rei do TALOGO, não dava moleza para ninguém. Nessa lagoa tinha uma SAPA muito bonita,  dos olhos esbugalhados, a qual era assediada pelo SAPO. A SAPA tinha um nome pomposo, chamava-se SAPONILDA, de tanto que recebia cantada pelo SAPONALHA acabou namorando o mesmo. Durante, um período namoraram, noivaram e se  casaram, a festa de casamento foi realizada no salão da igreja matriz, rolou muito refrigerante de água Tonica com bolinhos de mosquinhas de lagoa. Após a festança o casal rumou para a lua de mel. Chegando no hotel fora para o quarto, como de praxe o noivo pegou a noiva no colo e colocou sobre a cama. Como aquecimento trocaram caricia e  foram tomar banho, após o banho voltaram para a cama e, o serviço de casal foi completado. Passando um tempo a SAPA ficou grávida, durante a gravidez ela teve vontade de comer bolinhos de mosquinhas, ele solicito foi a loja de doce e comprou uma dúzia de bolinhos e levou para a amada, que se fartou de tanto comer, essa foi a única vontade de grávida. A SAPA  sentiu as dores do parto e foi levada para a maternidade, onde deu a luz a um casal de gêmeos, os quais saíram com a cara da mãe. No bairro os amigos passaram a tirar sarro do SAPO perguntando a ele quem era o pai das criança. Um triste dia o SAPO veio a falecer do coração, a SAPA não acreditou, mas os parentes confortaram a viúva e, levaram o corpo  para o velório da cidade e, longo em seguida para o cemitério, onde o corpo foi enterrado na presença de parentes e amigos da vila.

A viúva teve que criar os filhos socinha sem ajuda de quem quer seja, a qual passou um sufoco terrível, mas tudo acabou dando certo e, os  filhos ficaram moços, se formaram e passaram a ajudar a mãe SAPA. ASSIM terminou uma triste história de amor, com a morte do SAPO e com o abandono da SAPA.

MARCO LEITE –

 

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